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  • Presos suspeitos de torturar e atear fogo em feirante ainda vivo, em Goiás


Postado por Erica Santos - Qua, 05 de outubro de 2016 às 09:13 - 5055 visualizações

Polícia Civil diz que o assassinato foi motivado por discussão banal.

Eles confessaram crime; foi achado sangue no carro usado por um deles.

A Polícia Civil apresentou nesta terça-feira (4) dois jovens suspeitos de matar o feirante Douglas Lima da Silva, de 23 anos. O corpo da vítima foi encontrado carbonizado na GO-462, em Goiânia. Segundo a polícia, o jovem foi torturado e estava vivo quando teve o corpo incendiado. Além deles, um terceiro homem está preso em Mato Grosso do Sul, suspeito de envolvimento no crime.

Os suspeitos, Maximiano Capurro, 27, Anderson Henrique Ribeiro da Silva, 19, e Raphael Fernandez Cardoso, foram presos na cidade de Ladário (MS), suspeitos de tráfico de drogas em abril deste ano. “Quando conseguimos a qualificação dos suspeitos, conseguimos descobrir que eles tinham ido para Mato Grosso do Sul e entrando em contato com a polícia de lá, descobrimos que eles já estavam presos e pedimos que dois deles fossem transferidos para Goiânia. O Raphael ainda não foi transferido porque até então não tínhamos indício de envolvimento dele, mas agora temos”, disse o delegado Matheus Melo, responsável pelo caso.

O crime aconteceu no dia 8 de abril deste ano. O delegado, disse que o assassinato aconteceu após uma discussão por motivos banais. “O Douglas chegou no grupo procurando drogas. Segundo os suspeitos, ele estava alterado e começou a tirar sarro dos rapazes que estavam lá, falando mal do cabelo de um deles. Foi quando o trio, junto com um menor, começou a agredir a vítima”, relatou.

Douglas foi torturado com socos, chutes, enforcamento e até uma facada no pescoço. O grupo, em seguida, o colocou no carro que pertencia a Maximiano e o levou para a GO-462, saída para Nerópolis. Segundo a polícia, durante todo o percurso, a vítima continuou sendo agredida.

“Quando chegaram a um determinado ponto, tiraram o Douglas do carro, enrolaram ele em um lençol e colocaram fogo com a vítima ainda viva”, afirmou o delegado.

Durante o interrogatório na delegacia, os presos confessaram o crime. Além disso, uma perícia comprovou a existência de sangue humano no carro em que o trio foi preso, o mesmo usado no crime. Agora, a polícia espera o mapeamento genético do sangue para confrontar com o da vítima.

Os três suspeitos vão ser indiciados por homicídio qualificado. A pena para esse crime pode chegar a 30 anos. O delegado informou ainda que vai encaminhar o caso também para a Delegacia de Apuração de Atos Infracionais (Depai) para que a conduta do menor também seja investigada.

Fonte: G1

 

   

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